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Desabafos Agridoces

"Not all girls are made of sugar and spice...Some are made of sarcasm and nothing is fine"

Desabafos Agridoces

"Not all girls are made of sugar and spice...Some are made of sarcasm and nothing is fine"

Na Pasta das Imagens - XI

 

(Londrinos refugiados numa plataforma do metro em Bounds Green durante um ataque aéreo. 16 de Outubro de 1940)

 

 

 (Werfel, um órfão austríaco de 6 anos, recebe o seu primeiro par de sapatos novos dados pela cruz vermelha americana. 1946)

 

 

(Sargenta da ATS [Auxiliary Territorial Service] regressa de licença à sua quinta em Gloucestershire. 9 de Dezembro de 1941)

 

 

(Sobrevivente de Nagasaki. 1945. Foto de Yōsuke Yamahata)

Na Pasta das Imagens - X

  

(Rainha Elizabeth sentada de lado num cavalo vestida com o uniforme de coronel [Colonel-in-Chief] das Grenadier Guards. 1947)

 

 

  (Leia com o cabelo para baixo)

 

  

 (Anna Pavlova com o seu cisne de estimação favorito, Jack)

 

 

(Hillary a jogar num Game Boy durante um voo de Austin para Washington DC. 6 de abril de 1993)

 

History Lover Problems - V

Quando andava no básico costumava fazer fichas de História sem que me mandassem...Naquelas aulas em que não se fazia nada tipo estudo acompanhado eu sacava dos livros e assim dava a impressão que estava ocupada com trabalhos de casa comuns...Quando na verdade eu só estava a fazer aquilo porque gostava e para fugir a qualquer actividade desinteressante que estivesse a decorrer. Antes que me chamem deprimente devo dizer que História e Português eram as únicas coisas que eu gostava mesmo a sério - o resto encarava como costumamos encarar alguns fenómenos da natureza: não os queremos, mas têm de ser - e as únicas que me faziam ter vontade de chorar se calhasse a ter uma nota mais baixa. Podem chamar-me deprimente agora. 

Na Pasta das Imagens - IX

Então, ontem estava a olhar para o Oeste em cima da mesa de cabeceira (leitora cobarde, pousar o livro quando só falta um capítulo para acabar) e lembrei-me que costumava haver neste blog umas adoráveis rubricas de História...Que foi feito disso. 

 

 

Médico alemão com o seu companheiro canino.1915. Originalmente treinados pelos alemães nos fins de 1880, estes cães conhecidos como casualty (ou mercy) dogs durante a Grande Guerra tinham a função de procurar soldados feridos no terreno e de lhes levar suprimentos médicos como ligaduras de modo a que eles se pudessem tratar a si próprios. Se o soldado estivesse demasiado ferido os cães permaneciam ao pé e eram uma fonte de conforto. Os cães também ajudavam a lidar com o stress.

 

 

Oficial francês escreve uma mensagem enquanto um cão aguarda ao seu lado pronto para levá-la.1939 (Topical Press Agency/Getty Images). A comunicação na frente era sempre um problema: para um homem era demasiado perigoso passar mensagens pois podia ser facilmente abatido, mas um cão era um alvo menos óbvio e podia correr distâncias muito maiores em menos tempo, mesmo em terrenos difíceis. Os cães também eram úteis no patrulhamento pois conseguiam detectar um inimigo mais depressa e a mais de 900 metros de distância.

 

 

 Lutando contra a corrente. Saigon (Vietname) 13 de Setembro de 1968 

 

 

O oficial americano Blake Soller acaricia a cabeça do seu companheiro Rico, um MWD (Military Working Dog), no War Dog Cemetery na base naval de Guam. 2006. Este memorial foi feito para homenagear os 25 cães que morreram durante a libertação de Guam em 1944. No topo está a estátua de Kurt que salvou a vida de 250 marines ao avisá-los silenciosamente que um ataque japonês estava perto.

History Lover Problems - IV

Tenho um certo afecto pela música da Laurindinha, aquela que diz: Ó laurindinha, Vem à janela, Ver o teu amor que vai para guerra. Assim como as fotos que só nos mostram um momento na vida das personagens, e quase nunca o antes e o depois, também este pedacinho de música popular deixa muito por dizer. Para começar: que guerra? E quem era a Laurinda? E porque tem ela de ser chamada à janela? Não se despediu dele em casa? Como é laurindinha e não Dona Laurinda se calhar não são casados, além disso o último verso da música diz: Ele torna a vir, Se Deus quiser, Ainda vem a tempo de arranjar mulher - o que nos pode levar a questionar afinal qual é o papel da Laurinda nesta história. Voltando à janela: ela podia ir à porta de casa, a menos que fosse um amor daqueles proibidos - mas que toda a gente sabe pelos vistos - ah isso seria romântico! E ele foi de propósito lá despedir-se e ela teve de largar a roupa que estava a cozer e ir a correr antes que alguém fosse contar ao pai! Também pensei que ela podia ir com ele até ao sítio de embarque, mas a minha mãe disse-me que a viagem para Lisboa era cara e demorava toda uma era cretácea. Talvez fosse uma coisa platónica e a Laurinda tivesse que ser persuadida a ir à janela porque estava com vergonha. Dele também não sabemos nada, a não ser que era novo: deixai-o ir, Ele é rapaz novo, ele torna a vir. Talvez ela tenha casado sozinha como uma vez mostraram no Conta-me como foi. E depois ele voltou, tiveram seis filhos e no fim talvez ela não se tenha arrependido da espera. Ou então não esperou coisa nenhuma e foi ela mesmo para a guerra como paraquedista - algumas foram de facto, mas não vale a pena procurem isso nos manuais de História. Gente, são tantas possibilidades! Talvez eu tenha demasiado tempo livre...

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